quarta-feira, 2 de setembro de 2026

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.

Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Foi um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada para que os projetos pudessem chegar ao SIC.

Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.

Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.

O que estudamos nesse período?

Nas aulas de Geografia dos 8º anos, iniciamos o estudo da América Anglo-Saxônica, procurando compreender seus principais aspectos naturais e, posteriormente, alguns dos processos históricos fundamentais para a formação territorial dos Estados Unidos da América.

Em aulas expositivas dialogadas, começamos pela Geologia, Geomorfologia e Hidrografia da América do Norte.

Foram estudadas grandes estruturas do relevo, como as Montanhas Rochosas, na porção ocidental do continente, e os Montes Apalaches, no leste, situando-as no contexto da formação geológica do território norte-americano e comparando diferentes estruturas montanhosas do continente americano.

Também localizamos e discutimos a importância de alguns dos principais rios dos Estados Unidos e da América do Norte, entre eles o Mississippi, Missouri, Colorado, Columbia, Ohio e Rio Grande, relacionando-os à ocupação do território, ao abastecimento, à agricultura, aos transportes e à própria formação histórica de determinadas regiões.

O estudo prosseguiu com os climas, formações vegetais e grandes biomas existentes na América do Norte, procurando demonstrar como a enorme extensão territorial e latitudinal produz grande diversidade de paisagens.

A partir da compreensão desse espaço físico, passamos para uma abordagem historiográfica da ocupação e formação territorial dos Estados Unidos.

Foram trabalhadas as Treze Colônias, o processo de colonização britânica e a expansão posterior do território norte-americano, observando que a ocupação europeia não ocorreu sobre um espaço vazio: aquele território já era habitado por numerosos povos autóctones, com diferentes línguas, culturas, territorialidades e formas de organização.

Nesse contexto, discutimos criticamente os processos de conquista territorial, expulsão, confinamento, destruição de modos de vida e morte de populações indígenas ocorridos durante a expansão dos Estados Unidos para o oeste.

Como uma das referências utilizadas em aula, recorremos à obra “Enterrem meu coração na curva do rio”, de Dee Brown, que permite observar esse processo histórico também a partir das experiências dos povos indígenas norte-americanos.

A questão dos bisões recebeu atenção especial. Discutimos a enorme importância que esses animais possuíam para numerosos povos das Grandes Planícies e como a matança em escala gigantesca ocorrida durante a expansão norte-americana representou não apenas uma transformação ambiental, mas também um golpe profundo contra os meios materiais de sobrevivência e as culturas dessas populações.

Foi nesse contexto que refletimos sobre a profunda incompreensão experimentada pelos povos autóctones diante da matança de animais realizada não apenas para alimentação ou subsistência, mas muitas vezes de maneira indiscriminada.

Na sequência, estudamos a chamada Marcha para o Oeste, discutindo a expansão territorial dos Estados Unidos e a ideologia do Destino Manifesto.

Como recurso visual, analisamos a conhecida pintura “American Progress”, de John Gast, de 1872, na qual a figura feminina de Columbia, personificação dos Estados Unidos, avança em direção ao Oeste carregando consigo símbolos daquilo que o século XIX norte-americano entendia como “civilização” e “progresso”. A própria imagem permitiu problematizar aquilo que desaparece ou é empurrado para fora da paisagem à medida que esse “progresso” avança.

Também abordamos a Guerra Civil Americana, especialmente as diferenças existentes entre os estados do Norte e do Sul, a questão da escravidão e os conflitos econômicos, políticos e territoriais que culminaram na guerra entre 1861 e 1865.

Como referência cultural, foi mencionado o romance “E o Vento Levou”, de Margaret Mitchell, e suas representações do Sul escravista e da sociedade sulista durante a Guerra Civil, permitindo também discutir como literatura e cinema constroem determinadas memórias sobre acontecimentos históricos.

Assim, Geografia, História, Literatura e Arte foram mobilizadas conjuntamente para compreender que a formação territorial de um país não ocorre apenas pela definição de fronteiras em um mapa: ela envolve paisagens, recursos naturais, deslocamentos populacionais, conflitos, relações de poder, diferentes projetos de sociedade e diferentes maneiras de atribuir significado ao território.

Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.

Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.

Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.


quarta-feira, 8 de abril de 2026

8ª AULA: DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL: POPULAÇÃO ABSOLUTA E POPULAÇÃO RELATIVA!

Foi realizada uma aula expositiva dialogada, na qual o professor apresentou e discutiu, com os estudantes, a distribuição da população mundial e as áreas de maior densidade demográfica. Para isso, foram utilizados diversos produtos cartográficos digitais, exibidos por meio da “TV itinerante” da escola e do notebook do docente.

Entre os materiais utilizados, destacou-se o mosaico de imagens orbitais noturnas da Terra, conhecido como Earth at Night: Black Marble, produzido pela NASA Earth Observatory. A partir dessa visualização, foi possível problematizar a relação entre densidade populacional e iluminação noturna no planeta.

Como exemplo, analisou-se o caso da Nigéria, país que, embora possua aproximadamente 218,5 milhões de habitantes e densidade demográfica em torno de 266 habitantes por km² (2026), apresenta baixa visibilidade no mosaico global de luzes noturnas. Essa constatação permitiu discutir fatores como desigualdade no acesso à energia elétrica e níveis de urbanização, evidenciando que a luminosidade noturna não corresponde, necessariamente, ao tamanho ou à densidade da população. Vide imagem abaixo:

NASA. Earth at Night/Black Marble: Flat Maps. Washington, DC: NASA Earth Observatory, 2016–2025. Disponível em: https://science.nasa.gov/earth/earth-observatory/earth-at-night/maps/. Acesso em: 8 abr. 2026

Na sequência, foram trabalhados os conceitos de populoso e povoado, fundamentais para a compreensão dos estudos demográficos. Esclareceu-se que:

  • Populoso refere-se à população absoluta de um país. Exemplo: a China, com aproximadamente 1,4 bilhão de habitantes, é um país muito populoso.
  • Povoado diz respeito à população relativa, isto é, à densidade demográfica (habitantes por km²). Exemplo: o Japão apresenta elevada densidade demográfica, sendo considerado um país muito povoado.

Outros exemplos discutidos em aula:

  • Índia: país muito populoso (cerca de 1,47 bilhão de habitantes) e muito povoado (aproximadamente 497 habitantes por km²).
  • Japão: país relativamente menos populoso (cerca de 124,3 milhões de habitantes), porém muito povoado (aproximadamente 340 habitantes por km²).

A atividade contribuiu para o desenvolvimento da leitura crítica de representações cartográficas e para a compreensão das dinâmicas populacionais em escala global.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

7ª AULA: INDICADORES DEMOGRÁFICOS!

O professor desenvolveu uma aula expositiva dialogada com os alunos do 8º ano, abordando o tema Indicadores Demográficos.

Inicialmente, foram apresentados e discutidos os principais conceitos fundamentais para a compreensão da dinâmica populacional. O professor explicou que a taxa de natalidade corresponde ao número de nascimentos em uma determinada população, enquanto a taxa de mortalidade refere-se ao número de óbitos registrados em um dado período, podendo ser analisadas em diferentes escalas, como município, estado ou país.

Na sequência, foi introduzido o conceito de crescimento vegetativo (ou crescimento natural), definido como a diferença entre o número de nascimentos e o número de mortes em uma população. O professor destacou que esse indicador permite compreender se uma população está crescendo, diminuindo ou se mantendo estável.

Também foi trabalhado o conceito de taxa de mortalidade infantil, explicada como o número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade, a cada mil nascidos vivos, ao longo de um ano. Nesse ponto, ressaltou-se a importância desse indicador como um dos principais parâmetros para avaliar as condições de vida, saúde e desenvolvimento de uma sociedade.

Dando continuidade, o professor diferenciou os conceitos de país populoso e país povoado. Explicou que o termo populoso está relacionado à população absoluta, ou seja, ao número total de habitantes de um território. Já o termo povoado refere-se à população relativa, expressa pela densidade demográfica, isto é, o número de habitantes por quilômetro quadrado.

Ao longo da aula, buscou-se estabelecer relações entre os conceitos apresentados e a realidade dos alunos, incentivando a participação por meio de questionamentos e exemplos.

Como forma de sistematização e verificação da aprendizagem, os alunos responderam a um conjunto de questões, que abordaram:

- a análise das taxas de natalidade e mortalidade em diferentes escalas (municipal, estadual e nacional);

- a importância da taxa de mortalidade infantil;

- a definição de crescimento vegetativo;

- e a diferenciação entre países populosos e povoados, com exemplos.

quarta-feira, 25 de março de 2026

6ª AULA: TEORIA DEMOGRÁFICA REFORMISTA/ MARXISTA!

 Aula expositiva dialogada, na qual, o professor explicou a Teoria Demográfica Marxista, Teoria Reformista.

Aconselha-se, para rever o que foi visto em aula, que os estudantes assistam a videoaula, abaixo:


quarta-feira, 18 de março de 2026

5ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (CONCLUSÃO)!

Aula expositiva dialogada, na qual, foram apresentados os cálculos de Malthus, de progressão aritmética e de progressão geométrica, em relação, respectivamente, à produção de alimentos e crescimento populacional de sua época.

Aconselha-se, para integrar os conhecimentos trabalhados em aula, que os estudantes, assistam à vídeoaula, abaixo:


quarta-feira, 11 de março de 2026

4ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO)!

Aula expositiva dialogada, na qual, o professor, através de aula expositiva dialogada, desenvolveu os conceitos relacionados à teoria demográfica de Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Para ir além e integrar as explicações, aconselha-se que o estudante assista a vídeaula, abaixo:


  
Dando sequência, seguiu-se com aula expositiva dialogada, na qual, o professor explicou os cálculos malthusianos de Progressão Artmétiica, para a produções de alimentos, e, de Progressão Geométrica, para o crescimento populacional.

Fonte: Ranking dos Políticos, na Internet (Página do Facebook da instituição). 
Disponível em: <https://www.facebook.com/rankingdospoliticos/posts/pfbid02J9zPMj7LqAb3ykc7SJ6kHsNVWUDPLchJEQTHsa2Y8uAUvwsLrF6sGWCC3s5eteMFl>. Acesso em 11 de mar., 2026.

O chamado gráfico malthusiano, inspirado nas ideias de Thomas Malthus (1798), representa a desigualdade entre o aumento da população e a capacidade de produção de alimentos, sugerindo a possibilidade de crises marcadas por escassez e pobreza.

Principais aspectos do gráfico:

  • Eixo vertical (Y): indica a quantidade ou volume (seja de habitantes ou de alimentos disponíveis).
  • Eixo horizontal (X): corresponde ao tempo, geralmente medido em anos ou décadas.

As duas tendências representadas:

  • Crescimento populacional (progressão geométrica – PG): ocorre de maneira acelerada, com caráter exponencial (por exemplo: 1, 2, 4, 8, 16, 32...). No gráfico, essa evolução aparece como uma curva ascendente bastante acentuada.
  • Produção de alimentos (progressão aritmética – PA): desenvolve-se de forma gradual e linear (como em: 1, 2, 3, 4, 5, 6...). Visualmente, corresponde a uma linha reta, com inclinação bem mais suave que a da população.

Interpretação geral:

Como o crescimento populacional avança muito mais rapidamente do que a produção de alimentos, o gráfico evidencia um momento em que as duas curvas se encontram e, a partir daí, se distanciam progressivamente. Essa diferença crescente indica um cenário em que a população ultrapassaria a oferta de alimentos, caracterizando o que se convencionou chamar de “armadilha malthusiana”.

quarta-feira, 4 de março de 2026

3ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (INTRODUÇÃO)!

Aula expositiva dialogada, na qual, o professor introduziu os conceitos relacionados à teoria demográfica de Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Para ir além e integrar as explicações, aconselha-se que o estudante assista a vídeaula, abaixo:

 

2ª AULA: MIGRAÇÕES!

Aula expositiva dialogada sobre as Migrações

Foi visto o conceito de migração, os Fatores que levam as pessoas a migrarem, bem como, os tipos especiais de migrações.

Aconselha-se que os estudantes escutem a audioaula, abaixo:



terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

1ª AULA: IDEIAS-FORÇA!

O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros: 


"Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...


"O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):

"Nunca devemos abandonar uma pergunta"


"Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).

"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".


Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam à videoaula abaixo:

terça-feira, 1 de julho de 2025

PIRÂMIDES ETÁRIAS: ESTUDO DE CASOS E CONCLUSÃO!

Nesta aula, utilizando-se do recurso de um notebook, da Internet e da "TV" móvel da escola, o professor mostrou Pirâmides Etárias de vários países, fazendo, oportunamente, os devidos estudos em relação a elas, chamando a atenção para as bases, das mesmas, bem como, das partes centrais e topos. 

Foram vistas Pirâmides de Idades de países da Ásia, Europa, África; de paises pobres, ricos e emergentes.

O professor solicitou, de novo, que os estudantes, fizessem a seguinte acossiação: (i) entre piâmides de países pobres e a primeira etapa da Transição Demográfica; de (ii) países emergentes, e a segunda etapa da Transição Demográfica; de (iii) países ricos, e a terceira etapa da Transição.

Feito isso, o professor concluiu o assunto estudado.

terça-feira, 15 de abril de 2025

8ª AULA: NEOMALTHUSIANISMO E ECOMALTHUSIANISMO!

Neste encontro, o professor ministrou aula expositiva e dialogada explicando as, por assim dizer, ideologias ou paradigmas que se valem, ainda hoje, das ideias de Malthus (1766-1834), a saber: o neomalthusianismo e os ecomalthusianismo.

Para que os alunos integrem os últimos conhecimentos, sugere-se as videoaulas abaixo:



Durante a aula, para instigar os alunos, o professor comentou acerca da tese, em boa medida ecomalthusiana apregoada pelos cientistas que defendem a existência do Aquecimento Global, e, a respeito disso, sugeriu o documentário intitulado A farsa do Aquecimento Global, que, também, é disponibilizado, abaixo:



sexta-feira, 28 de março de 2025

7ª AULA: TEORIA DE MALTHUS (PARTE 2 DE 2)!

Aula expositiva dialogada sobre os aspectos mais técnicos da teoria de Malthus, a saber:

- Progressão Aritmética da alimentação

- Progressão Geométrica da população

terça-feira, 25 de março de 2025

6ª AULA: TEORIA DE MALTHUS (PARTE 1 DE 2)!

Aula esxpositiva dialogada sobre a teoria demográfica de Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Nesta aula o professor explicou a lógica moral por detrás da teoria do pai da demografia, o pastor Malthus, bem como, os porquês de ele defender casamentos mais tardios, bem como, famílias diminutas.

terça-feira, 18 de março de 2025

6ª AULA: QUANTOS SERES HUMANOS CABEM NA TERRA?

Esta aula foi usada pare servir de ligação entre a questão prática "quantos habitantes comporta o planeta Terra?", de fato feita aos estudantes na aula no dia 11 de mar..

Para o momento de start desta aula, o professor utilizou, diferentemente, o pensamento do filósofo da ciência, sociológo e economista e político austríaco, Otto Neurath (1882-1945), a saber:

"Somos como marinheiros condenados a consertar os nossos barcos em alto mar".

De posse deste pensamento foi feita toda uma reflexão para responder quantos habitantes comportaria o planeta Terra.

terça-feira, 11 de março de 2025

5ª AULA: TEORIAS DEMOGRÁFICAS: INTRODUÇÃO!

Nesta aula, um período, para introduzir o assunto das Teorias Demográficas, os professor retomou os elementos de conttituição de um Estado (Povo, Soberania e Território) para, depois disso, perguntar qual dos três elementos seria o mais importante.

Após corrigir os alunos em suas respostas, apontando, junto com Milton Santos (1926-2001), que o elemento mais importante era o humano, o populacional, o professor introduziu as noções de Geografia da População, Demografia, e, para instigar os alunos, questionou: quantos habitantes comportaria o planeta Terra?

De posse das respostas dos estudantes, o professor contou a história a seguir, atribuída a Mahatma Gandhi (1869-1948):

Clique/ toque na imagem para abrir!

Mahatma Gandhi (1869-1948)

sexta-feira, 7 de março de 2025

4ª AULA: APRECIAÇÃO DO "CONTEÚDO PROGRAMÁTICO" (INÍCIO)!

Nesta aula, o professor apresentou o conteúdo programático do Ano Letivo para os alunos. Estes tiveram a oportunidade de expressarem aquilo que gostariam de aprender, e que não estava na lista.

Isso foi feito, desde o Chromebooks, através do site do professor e do Spaces da turma no GMail.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

2ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 2 DE 2) E REDAÇÃO SOBRE O PORQUÊ DE ESTUDAR!

Nesta aula, um período, os alunos trabalharam na elaboração de uma redação que respondia à pergunta "por que vocês estuda", mas, agora, com base nos conhecimentos aprendidos ao longo das últimas aulas, de Geografia e Iniciação Científica.

Alguns alunos adiantaram seus textos; outros, concluíram, iniciando, assim, a digitação ((re)escrita) dos mesmos para os portfólios digitais

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

1ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 1 DE 2)!

Início do ano letivo de 2025!
Como de costume, o professor, através de aula expositiva e dialogada, introduziu a noção de Ideias-Força com os estudantes...
O objetivo foi o de instruir a repeito da vida estudantil dos jovens, bem como, (re)contruir entendimentos mais profundos do que o senso comum a respeito dos porquês de se estudar hoje em dia.

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

20ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

Nesta data, os alunos resolveram uma uma série de questões que objetivavam testar os conhecimentos adquiridos ao longo do trimestre. A avaliação foi sem consulta.

Aspecto dos estudantes respondendo à prova!

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

19ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA: REDAÇÃO!

Nesta aula procedeu-se à avaliação sem consulta, que se deu sob a forma de uma redação.

A instrução, colocado no quadro pelo professor, foi a seguinte:

Elaborar uma redação sobre o Capitalismo. No texto, necessariamente, deverá aparecer elementos, tais como:

- o conceito de Capitalismo
- o teórico principal do Capitalismo  
- o "motor" que "move" o Capitalismo
- a "Lei da Oferta e Procura" e sua dinâmica
- a "Mão Invisível": o que isso quer dizer
- e o Capitalismo hoje


Aspecto do alunos elaborando suas redações (1/ 2).
Aluna Mariana.

Aspecto do alunos elaborando suas redações (2/ 2).
Aluna Maria.


 

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

CONSELHO DE CLASSE!

Em virtude do Conselho de Classe e por causa dos ajustes dos respectivos horários, nesta semana, não houve aula de Geografia

Contudo, aconselha-se que os estudantes deem conta do seguinte:

Estudem para a Avaliaçao sem Consulta a ser realizada no dia 04 do mês vindouro.

Fazer isso com base nas últimas aulas, por exemplo, lendo (::: AQUI :::) as etapas do Capitalismo.

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

18ª AULA: AS ETAPAS DO CAPITALISMO!

 Nesta aula, o professor ministrou aula expositiva dialogada a respeito da presente fase do Capitalismo: fase que, independente do nome a ser consolidado nos manuais e livros didáticos (e.g. Pós-Capitalismo (?)), é extremamente complexa e consegue, por assim dizer, alterar a Lei da Oferta e Procura.

Explicou-se a respeito dos Filtros Bolha e dos Marketings que visam fazer com que as pessoas "consumam o que as transnacionais querem, ao invés de consumir o que elas próprias quereriam, individualmente".

Em seguida, o professor guiou a leitura a respeito das fases anteriores, tais como:

- Capitalismo Comercial

- Capitalismo Industrial

- Capitalismo FInanceiro

- Capitalismo Informacional 

Para se defrontar novamente com este conteúdo, e, de certa forma, recompor, acessar, ::: AQUI :::!

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

17ª AULA: A LEI DA OFERTA E DA PROCURA E OS FILTROS BOLHA!

Aula expositiva que procurou, nos momentos iniciais, brevemente, fazer uma retomada da aula antrior. Na sequência, o professor passou a explicar como a Lei da Oferta e da Procura é alterada pelo atual Capitalismo, com a Teoria dos Seis Graus de Separação, os Filtros Bolha na Internet, bem como, com o controle dos cliques, IP e navegadores.

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

16ª AULA: ORGANIZAÇÃO PARA O 2º TRI E CAPITALISMO (CONTINUAÇÃO): A LEI DA OFERTA E DA PROCURA!

No sentido de ajudar os estudantes a se organizarem para a sequência deste 2º trimestre, os professor fez uma fala sobre a Cronosisrupção e a necessidade de os jovens adolescentes irem dormir na hora certa, bem como, tenham um sono em quantidade e qualidade. 

Falou-se a repseito da luminosidade das telas dos smartphones, das inúmeras horas em frente aos vedeogames, redes sociais e dos malefícios disso.

Em seguida, após aquilo que virou um bate-papo, o professor passou a uma aula expositiva dialogada sobre o motor do Capitalismo, a saber: a Lei da Oferta e da Procura.

Um aspecto de como ficou o quadro da aula, pode ser observado, abaixo:

Aspecto de como ficou o quadro da aula, com as notas referentes as explicações!


quarta-feira, 17 de julho de 2024

15ª AULA: O CAPITALISMO!

Aula expositiva dialogada sobre o Capitalismo.

Explicou-se a respeito da origem deste sistema ou doutrina. Explicou-se a respeito dos pensamentos de Adam Smith (1723-1790), o pai, por assim dizer, desta sistemática, que é o Capitalismo, bem como, a respeito do contexto das primeiras teorizações relativas a isso, em "A Riqueza das Nações" e "Teoria dos Serntimentos Morais".

quarta-feira, 10 de julho de 2024

14ª AULA: O PRECONCEITO PARA COM OS IMIGRANTES!

Neste dia, extremamente chuvoso e frio, em Porto Alegre, com a presença de somente metade da turma 11 alunos, o professor preferiu não dar continuidade à correção da avaliação sem consulta, e, passou ao estudo de três conceitos importantes com relção ao preconceito em relação aos imigrantes, a saber:

Xenofobia
Plutofilia
⇢ Aparofobia

Abaixo, uma fotografia que retrata o quadro da aula:

Aspecto do quadro da aula.


quarta-feira, 26 de junho de 2024

quarta-feira, 19 de junho de 2024

12ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

Dia 19 de jun., durante toda a manhã, choveu torrencialmente, em Porto Alegre. 

Contudo, em virtude de um calendário pedagógico apertado em razão da maior catástrofe climática do Rio Grande do Sul/ Porto Alegre (maio), uma avaliação sem consulta foi aplicada, mesmo estando presentes, somente nove alunos. 

Aspecto dos estudantes resolvendo a prova (1 de 3)!

Aspecto dos estudantes resolvendo a prova (2 de 3)!

Aspecto dos estudantes resolvendo a prova (3 de 3)!



quarta-feira, 12 de junho de 2024

11ª AULA: RETOMADA E ESTUDO PARA A AVALIAÇÃO!

Nesta aula, foi feita uma brevíssima retomada daquilo que se estudou até aqui.

Em seguida, os estudantes leram a respeito do Povoamento Desigual, dos Aspectos Culturais e do Deslocamento das Populações ao longo do planeta Terra.

Isso pode ser revisto, ::: AQUI :::, às páginas 46 a 67 do livro novo.

Atenção: pra ir à página 46, escrever "128" no Menu do livro digital.

Obs.: a listagem de conteúdos que caem na prova está em nosso Space, do Gmail.

quarta-feira, 5 de junho de 2024

10ª AULA: RETORNO DO DESASTRE AMBIENTAL!

Após a última aula, dia 30 de abril, começou a chover torrencialmente no Rio Grande do Sul. As primeiras localidades a serem atingidas pelas chuvas foram as da Serra Gaúcha. Porto Alegre, também, quase que de imediato começou a sofrer.

O que, porém, ninguém sabia é que aquele fenômeno viria a se transformar em um dos maiores desastres ambientais do Brasil! Assim sendo, as aulas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica, cessaram desde aquela data, vindo a retornar somente hoje.

Nesta aula, o professor fez uma explicação a respeito dos fenômenos que atingiram o estado, a capital e sobre os fatores internos e externos às cheias.

Em seguida, em uma conversa franca, alunos e professor falaram sobre os impactos disso tudo na vida de cada um.

Feito isso, foi proposta e leitura do texto "Três dias para ler", de Helen Keller (1880-1968). Os alunos deveriam ler o escrito da filosofa estadunidense, e, depois, responder: o que Keller tem a nos dizer hoje? Qual mensagem podemos retirar, desde o seu texto e da sua história, para a nossa vida?


Bombeiros atuam no resgate de moradores que deixam suas casas, na avenida Borges de Medeiros, em Porto AlegreFoto: Donaldo Hadlich/Código 19/Folhapress
Fonte: Disponível em: <https://www.otempo.com.br/brasil/2024/5/8/qual-e-a-relacao-das-mudancas-climaticas-com-o-desastre-no-rio-g>. Acesso em 03 de jun., 2024.

 

quarta-feira, 24 de abril de 2024

9ª AULA: AULA: GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO: TEORIA MARXISTA!

Através de ula expositiva dialogada, os professor explicou a teoria demográfica de Karl Marx (1818-1883).

Os estudantes podem querer retomar (e até mesmo, para os 9os anos, recompor) o que foi visto. Assim, alguns dos elementos trabalhados em aula podem ser observados, abaixo, bem como, na videoaula subsequente:

Aspecto de como ficou o quadro da aula, com as notas pertinentes.


quarta-feira, 17 de abril de 2024

8ª AULA: MALTHUS E SUA TEORIA: CERTOS OU ERRADOS?

O professor retomou a aula do dia 02 de abr. que versou sobre a Teoria Mathusiana.

Tendo e mãos o livro, trazido na última aula, como curiosidade, o professor leu, em voz alta, algumas partes-chave do mesmo.

Em seguida, o professor instigou os alunos com a seguinte pergunta: "Malthus e sua teoria: certos ou errados?

Lançada a pergunta, o professor distribuiu uma folha de papel, tamanho A4, contendo diversas chamadas de matérias, bem como, um texto dando conta de que no mundo há alimentação sobrando, e, apesar disso, ao mesmo tempo, o fenômeno da fome.

De posse desse material, aos alunos foi solicitada uma produção textual que desse conta de responder, pertinentemente, à questão lançada.

A produção será publicada nas Jornadas de Aprendizagens, a saber, conforme os exemplos abaixo:

quarta-feira, 10 de abril de 2024

7ª AULA: INÍCIO DA CORREÇÃO DA SONDAGEM!

Através de aula expositiva dialogada, o professor corrigiu a Sondagem, solucionada pelos estudantes, em 20 de mar..

Em seguida, cada aluno, de posse ainda de sua avaliação, fez as devidas anotações, no caderno.

Como curiosidade, o professor trouxe uma versão de "Ensaio Sobre O Princípio da População", de Thomas Robert Malthus (1977-1834), o qual foi estudado na aula anterior.

Aluno Eliezer Vargas com o "Ensaio Sobre o Princípio da População" em mãos!


Aspecto do Fac-Símile do frontispício de "Ensaio Sobre o Princípio da População" (1798).

Como as Sondagens foram recolhidas; são documentos da Escola, até o final do Ano Letivo, abaixo, a avaliação é disponibilizada.

Assim, se algum estudante quiser, em casa, dar sequência aos seus estudo, aí estão...:

Sondagem (parte 1 de 2)!


Sondagem (parte 2 de 2)!



 

quarta-feira, 3 de abril de 2024

6ª AULA: GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO: TEORIA MALTHUSIANA!

Nesta aula, através de aula expositiva dialogada, os alunos foram instruídos as respeito da teoria populacional proposta, a partir de várias versões, no início do século XIX, por Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Para retomar o que foi visto, assistir o vídeo abaixo:


 

quarta-feira, 20 de março de 2024

5ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA (SONDAGEM, EM NÍVEL DE PROVA)!

Nesta aula, os alunos deram as suas respostas a dezoito questões que buscavam avaliar, em nível de Sondagem, os conhecimentos apreendidos ao longo do 8º Ano do Ensino Fundamental.


quarta-feira, 13 de março de 2024

4ª AULA: SONDAGEM (EM NÍVEL DE CONVERSA)!

Nesta aula, no nível de uma conversa, o professor realizou uma sondagem, procurando verificar os conhecimentos que os alunos haviam apreendido em relação ao 7º Ano do Ensino Fundamental

A qualidade das memórias, bem como as devidas anotações foram feias pelo professor.

quarta-feira, 6 de março de 2024

3ª AULA: PUBLICAÇÃO DOS TEXTOS SOBRE AS IDEIAS-FORÇA!

Nesta aula, o professor fez a apreciação das redações, solicitando as correções necessárias. Feito isso, os alunos passaram a publicar suas reflexões nas Jornadas de Aprendizagem.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

2ª AULA: REDAÇÃO SOBRE AS IDEIAS-FORÇA!

Nesta aula, os alunos elaboraram, em seus cadernos, uma redação a respeito da temática das Ideias-Força, explicadas pelo professor na aula do dia 21 de fev..

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

1ª AULA: REGRAMENTO P/ ALUNOS E IDEIAS-FORÇA!

Nesta aula, com base no "Regramento para alunos" da escola, o professor conversou com os alunos sobre as combinações para o Ano Letivo!

Feito isso, apresentou as Ideias-Força, que são noções e inspirações para a vida estudantil dos alunos, e também para o presente ano de estudo.

Para recompor e ir além, retomar a leitura, de: "retomada das Ideias-Força"!

terça-feira, 12 de dezembro de 2023

40ª AULA: ÁFRICA: DEMOGRAFIA!

O professor retomou a aula anterior, e, através de roda de leitura, leu, com os alunos, a respeito do genocídio em Ruanda.

Feito isso, passou-se ao estudo da demografia em África.

Para recompor o que foi estudado, aconselha-se a leitura, de:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 236

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 236


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 236


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 237


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 237


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 238


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 238


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 238



quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

38ª AULA: ÁFRICA: COLONIZAÇÃO, DESCOLONIZAÇÃO E CONFLITOS ÉTNICOS, CULTURAIS E MILITARES!

Aula expositiva dialogada sobre a Colonização da África, bem como, a respeito da nefasta herança deixada pela chamada Descolonização.

Nesse sentido, o professor instruiu a respeito dos atuais 54 países africanos (48 continentais e 6 insulares), bem como, a respeito das centenas de países que emergiriam naquele continente se se levasse em conta as etnias, os povos, as nações, enfim, as culturas. 

Em seguida, o professor cobrou uma produção textual que respondesse à seguinte questão: explique os porquês dos conflitos étnicos, culturais e militares na África. 

Para ir além, recompor e repassar os conhecimentos trabalhados na aula, aconselha-se a leitura do texto abaixo:

Tutsis x Hutus


Ruanda: Pequeno território, localizado no Planalto Central Africano, com elevadas montanhas vulcânicas e clima tropical de altitude. Faz fronteira com a República do Congo (ex- Zaire). A população é composta por 90% de hutus e 9% de tutsis, com um total de 6,5 milhões em 1998.


Bunrundi: Localizado ao Sul de Ruanda, com uma área de apenas 27.834 km2 , e uma população total de 6,6 milhões de habitantes, composta por 85% de hutus e 14% de tutsis.

 

O Conflito O conflito entre tutsis e hutus a é mais uma demonstração do efeito retardado da política colonial européia, no continente Africano. Até o início da colonização alemã na região, as etnias tutsi e hutu viviam em relativa harmonia, no território que hoje é ocupado por Ruanda e Burundi.


Os tutsis eram predominantemente pastoreiros e apresentavam maior estatura.Os hutus, de pele mais escura, e menor estrutura, tinham tradição agrícola. A partir da colonização sob o domínio alemão, e posteriormente belga, esses dois povos tiveram sua organização modificada.


Os tutsis foram escolhidos para assumirem cargos da administração estatal, treinamento militar, acesso exclusivo à educação, uma vez que as escolas peiam estatura mínima, visando impedir o ingresso e hutus.


Em 1959, os ressentimentos acumulados pelos hutus, no período colonial, explodem. Nesta primeira rebelião, militares tutsis foram aprisionados e tiveram seus pés cortados a golpes de facão, com o objetivo de diminuir a diferença de estatura (e simbolicamente, diminuir as diferenças sociais).


Em 1962, Ruanda tornou-se independente e a minoria tutsi ficou a mercê dos hutus, sendo obrigado a migrar para Uganda, a fim de organizarem uma nova tomada de poder.


Este conflito se intensificou a partir de abril de 1994, quando os presidentes de Ruanda e Burundi, de etnia hutu, foram mortos em um atentado que derrubou o avião onde viajavam juntos. Foi o estopim pata o genocídio com mais de 1 milhão de mortos e mais de 2 milhões de refugiados.


Em julho de 1998, foi elaborado um acordo de cessar fogo, com o estabelecimento de um governo formado por representantes tutsis e hutus.


(Fonte: Conflitos: tutsis x hutus. UFBA: Geo-on-line, 2000. Disponível em: <https://facom.ufba.br/com112_2000_1/geo_on_line/tutsis_hutus.htm>. Acesso em: 29 de nov. 2023)

terça-feira, 14 de novembro de 2023

36ª AULA: ÁFRICA (INTRODUÇÃO)!

 Aula expositiva dialogada sobre o continente africano.

Para recompor o que foi estudado, é interessante ler o material abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 227.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 227.

terça-feira, 7 de novembro de 2023

35ª AULA: REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA (DESENVOLVIMENTO)!

Nesta aula foram passados e treinados os protocolos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Violência nas Escolas (CIPAVE).

Os protocolos fazem parte do projeto CorAção, que prevê que, para cada cor, previamente publicada naquele dia, haja uma respectiva ação, por parte da escola (alunos, funcionários, Direção e professores), a saber:

💚 Risco Baixo: é a cor da normalidade. O risco (que sempre há) é baixo, bem como, o perigo. Nesta cor é permitido o uso do pátio, áreas do entorno da escola e Saídas de Campo.

💛 Risco Médio: é cor de situação de alerta, há maior risco, como, também, certo perigo. Portanto, usam-se algumas restrições! Pode-se usar o pátio, mas, de modo algum, aproximar-se dos muros da escola. Saídas de Campo estão suspensas.

🧡 Risco Alto: é cor que além de risco apresenta perigo, tem maiores restrições. Nessa cor, só são usados os prédios próximos o pátio (refeitório, por exemplo) com horários previamente comunicados. Uso do pátio  

❤️ Risco Crítico: é a cor que indica alto risco e alto perigo. Restrições totais: não se usam os prédios próximos ao pátio, bem como, o pátio da escola. Todas as atividades são feitas dentro dos prédios principais. Saídas de Campo canceladas.

Após a explicação acima, o professor colocou algumas questões para serem respondidas no quadro.

Aspecto do quadro da aula.

Para ir além e/ ou recompor o que foi visto, acesse o documento a ::: SEGUIR :::!

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...