TURMA 82 - GEOGRAFIA
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
3º AULA DO 3º TRI: DEMOGRAFIA, URBANISMO E ECONOMIA DO CANADÁ E MÉXICO!
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
2ª AULA DO 3º TRI.: CANADÁ E MÉXICO!
N.B.: no encontro de 16 de set., os estudantes assisitiram à preleção de Caio Riter, pelo Programa/ Projeto "Adote um escritor", da SMED, com apoio da "Câmara do Livro".
Assim, nesta aula de Geografia, a Turma 82 avançou nos estudos sobre a América do Norte, com uma aula expositiva dialogada dedicada ao Canadá e ao México.
No estudo do Canadá, foram trabalhados aspectos de sua localização geográfica, clima, vegetação, fauna, recursos naturais e economia. A partir da pesca do salmão, discutimos também elementos de biogeografia, como o ciclo reprodutivo desses peixes e sua relação com animais como ursos e águias. As grandes formações florestais canadenses permitiram abordar a produção madeireira, moveleira e de papel, além da característica folha de plátano, símbolo do país.
Também foram discutidas as principais cidades, como Ottawa e Toronto, a concentração populacional próxima à fronteira com os Estados Unidos, a importância dos Grandes Lagos e aspectos relacionados à qualidade de vida, segurança pública e organização urbana.
Na segunda parte da aula, estudamos o México, observando sua posição geográfica e sua particular condição: pertencente à América do Norte do ponto de vista geográfico e econômico, mas integrado à América Latina sob os aspectos históricos e culturais.
Foram abordados temas como petróleo, produção de prata, desigualdades regionais, a situação de Chiapas, os fluxos migratórios em direção aos Estados Unidos, a fronteira mexicana e os riscos enfrentados por migrantes, incluindo redes de exploração e tráfico de pessoas.
A Cidade do México serviu de ponto de partida para discussões sobre grandes metrópoles latino-americanas, desigualdade socioespacial, criminalidade, cartéis e crescimento urbano. Como referência cultural, foi mencionado o filme “Chamas da Vingança” (Man on Fire, 2004), cuja narrativa se passa na capital mexicana.
Também trabalhamos aspectos físicos do território, com destaque para a Sierra Madre Oriental e a Sierra Madre Ocidental, relacionando relevo, chuvas orográficas, aridez e características do Planalto Mexicano. Por fim, discutimos o fenômeno da subsidência, associado à intensa retirada de água subterrânea e ao rebaixamento progressivo do terreno em áreas urbanas.
Mais do que conhecer dois países, a aula buscou compreender como natureza, sociedade, economia, urbanização, migrações e geopolítica se articulam na construção do espaço geográfico.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
1ª AULA DO 3º TRI.: ESTADOS UNIDOS: PROJEÇÃO MUNDIAL E ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO ECONÔMICO!
Neste encontro, a Turma 82 deu continuidade aos estudos sobre a América do Norte, com uma aula expositiva dialogada dedicada aos Estados Unidos da América.
Inicialmente, foram discutidas algumas das principais dimensões da presença estadunidense no mundo, com destaque para sua influência econômica, cultural e militar e para o papel desempenhado pelo país na organização geopolítica e econômica contemporânea.
Na sequência, o estudo voltou-se para a organização interna do território dos Estados Unidos, especialmente para os chamados “belts”, grandes áreas caracterizadas pela concentração de determinadas atividades econômicas. Foram analisados tanto os belts urbano-industriais quanto os agropecuários, buscando compreender sua localização e sua relação com fatores históricos, econômicos e territoriais.
A aula procurou, assim, articular duas escalas de análise: de um lado, a projeção internacional dos Estados Unidos; de outro, a forma como seu próprio território se organiza para sustentar uma das maiores economias do mundo.
Dessa maneira, os estudantes puderam compreender que o espaço geográfico estadunidense resulta da combinação entre história, recursos naturais, industrialização, agricultura, urbanização e relações de poder.
terça-feira, 8 de setembro de 2026
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!
Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.
Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Foi um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada para que os projetos pudessem chegar ao SIC.
Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.
Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.
O que estudamos nesse período?
Nas aulas de Geografia dos 8º anos, iniciamos o estudo da América Anglo-Saxônica, procurando compreender seus principais aspectos naturais e, posteriormente, alguns dos processos históricos fundamentais para a formação territorial dos Estados Unidos da América.
Em aulas expositivas dialogadas, começamos pela Geologia, Geomorfologia e Hidrografia da América do Norte.
Foram estudadas grandes estruturas do relevo, como as Montanhas Rochosas, na porção ocidental do continente, e os Montes Apalaches, no leste, situando-as no contexto da formação geológica do território norte-americano e comparando diferentes estruturas montanhosas do continente americano.
Também localizamos e discutimos a importância de alguns dos principais rios dos Estados Unidos e da América do Norte, entre eles o Mississippi, Missouri, Colorado, Columbia, Ohio e Rio Grande, relacionando-os à ocupação do território, ao abastecimento, à agricultura, aos transportes e à própria formação histórica de determinadas regiões.
O estudo prosseguiu com os climas, formações vegetais e grandes biomas existentes na América do Norte, procurando demonstrar como a enorme extensão territorial e latitudinal produz grande diversidade de paisagens.
A partir da compreensão desse espaço físico, passamos para uma abordagem historiográfica da ocupação e formação territorial dos Estados Unidos.
Foram trabalhadas as Treze Colônias, o processo de colonização britânica e a expansão posterior do território norte-americano, observando que a ocupação europeia não ocorreu sobre um espaço vazio: aquele território já era habitado por numerosos povos autóctones, com diferentes línguas, culturas, territorialidades e formas de organização.
Nesse contexto, discutimos criticamente os processos de conquista territorial, expulsão, confinamento, destruição de modos de vida e morte de populações indígenas ocorridos durante a expansão dos Estados Unidos para o oeste.
Como uma das referências utilizadas em aula, recorremos à obra “Enterrem meu coração na curva do rio”, de Dee Brown, que permite observar esse processo histórico também a partir das experiências dos povos indígenas norte-americanos.
A questão dos bisões recebeu atenção especial. Discutimos a enorme importância que esses animais possuíam para numerosos povos das Grandes Planícies e como a matança em escala gigantesca ocorrida durante a expansão norte-americana representou não apenas uma transformação ambiental, mas também um golpe profundo contra os meios materiais de sobrevivência e as culturas dessas populações.
Foi nesse contexto que refletimos sobre a profunda incompreensão experimentada pelos povos autóctones diante da matança de animais realizada não apenas para alimentação ou subsistência, mas muitas vezes de maneira indiscriminada.
Na sequência, estudamos a chamada Marcha para o Oeste, discutindo a expansão territorial dos Estados Unidos e a ideologia do Destino Manifesto.
Como recurso visual, analisamos a conhecida pintura “American Progress”, de John Gast, de 1872, na qual a figura feminina de Columbia, personificação dos Estados Unidos, avança em direção ao Oeste carregando consigo símbolos daquilo que o século XIX norte-americano entendia como “civilização” e “progresso”. A própria imagem permitiu problematizar aquilo que desaparece ou é empurrado para fora da paisagem à medida que esse “progresso” avança.
Também abordamos a Guerra Civil Americana, especialmente as diferenças existentes entre os estados do Norte e do Sul, a questão da escravidão e os conflitos econômicos, políticos e territoriais que culminaram na guerra entre 1861 e 1865.
Como referência cultural, foi mencionado o romance “E o Vento Levou”, de Margaret Mitchell, e suas representações do Sul escravista e da sociedade sulista durante a Guerra Civil, permitindo também discutir como literatura e cinema constroem determinadas memórias sobre acontecimentos históricos.
Assim, Geografia, História, Literatura e Arte foram mobilizadas conjuntamente para compreender que a formação territorial de um país não ocorre apenas pela definição de fronteiras em um mapa: ela envolve paisagens, recursos naturais, deslocamentos populacionais, conflitos, relações de poder, diferentes projetos de sociedade e diferentes maneiras de atribuir significado ao território.
Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.
Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.
Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
8ª AULA: DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL: POPULAÇÃO ABSOLUTA E POPULAÇÃO RELATIVA!
Foi realizada uma aula expositiva dialogada, na qual o professor apresentou e discutiu, com os estudantes, a distribuição da população mundial e as áreas de maior densidade demográfica. Para isso, foram utilizados diversos produtos cartográficos digitais, exibidos por meio da “TV itinerante” da escola e do notebook do docente.
Entre os materiais utilizados, destacou-se o mosaico de imagens orbitais noturnas da Terra, conhecido como Earth at Night: Black Marble, produzido pela NASA Earth Observatory. A partir dessa visualização, foi possível problematizar a relação entre densidade populacional e iluminação noturna no planeta.
Como exemplo, analisou-se o caso da Nigéria, país que, embora possua aproximadamente 218,5 milhões de habitantes e densidade demográfica em torno de 266 habitantes por km² (2026), apresenta baixa visibilidade no mosaico global de luzes noturnas. Essa constatação permitiu discutir fatores como desigualdade no acesso à energia elétrica e níveis de urbanização, evidenciando que a luminosidade noturna não corresponde, necessariamente, ao tamanho ou à densidade da população. Vide imagem abaixo:
Na sequência, foram trabalhados os conceitos de populoso e povoado, fundamentais para a compreensão dos estudos demográficos. Esclareceu-se que:
- Populoso refere-se à população absoluta de um país. Exemplo: a China, com aproximadamente 1,4 bilhão de habitantes, é um país muito populoso.
- Povoado diz respeito à população relativa, isto é, à densidade demográfica (habitantes por km²). Exemplo: o Japão apresenta elevada densidade demográfica, sendo considerado um país muito povoado.
Outros exemplos discutidos em aula:
- Índia: país muito populoso (cerca de 1,47 bilhão de habitantes) e muito povoado (aproximadamente 497 habitantes por km²).
- Japão: país relativamente menos populoso (cerca de 124,3 milhões de habitantes), porém muito povoado (aproximadamente 340 habitantes por km²).
A atividade contribuiu para o desenvolvimento da leitura crítica de representações cartográficas e para a compreensão das dinâmicas populacionais em escala global.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
7ª AULA: INDICADORES DEMOGRÁFICOS!
O professor desenvolveu uma aula expositiva dialogada com os alunos do 8º ano, abordando o tema Indicadores Demográficos.
Inicialmente, foram apresentados e discutidos os principais conceitos fundamentais para a compreensão da dinâmica populacional. O professor explicou que a taxa de natalidade corresponde ao número de nascimentos em uma determinada população, enquanto a taxa de mortalidade refere-se ao número de óbitos registrados em um dado período, podendo ser analisadas em diferentes escalas, como município, estado ou país.
Na sequência, foi introduzido o conceito de crescimento vegetativo (ou crescimento natural), definido como a diferença entre o número de nascimentos e o número de mortes em uma população. O professor destacou que esse indicador permite compreender se uma população está crescendo, diminuindo ou se mantendo estável.
Também foi trabalhado o conceito de taxa de mortalidade infantil, explicada como o número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade, a cada mil nascidos vivos, ao longo de um ano. Nesse ponto, ressaltou-se a importância desse indicador como um dos principais parâmetros para avaliar as condições de vida, saúde e desenvolvimento de uma sociedade.
Dando continuidade, o professor diferenciou os conceitos de país populoso e país povoado. Explicou que o termo populoso está relacionado à população absoluta, ou seja, ao número total de habitantes de um território. Já o termo povoado refere-se à população relativa, expressa pela densidade demográfica, isto é, o número de habitantes por quilômetro quadrado.
Ao longo da aula, buscou-se estabelecer relações entre os conceitos apresentados e a realidade dos alunos, incentivando a participação por meio de questionamentos e exemplos.
Como forma de sistematização e verificação da aprendizagem, os alunos responderam a um conjunto de questões, que abordaram:
- a análise das taxas de natalidade e mortalidade em diferentes escalas (municipal, estadual e nacional);
- a importância da taxa de mortalidade infantil;
- a definição de crescimento vegetativo;
- e a diferenciação entre países populosos e povoados, com exemplos.
quarta-feira, 25 de março de 2026
6ª AULA: TEORIA DEMOGRÁFICA REFORMISTA/ MARXISTA!
Aula expositiva dialogada, na qual, o professor explicou a Teoria Demográfica Marxista, Teoria Reformista.
Aconselha-se, para rever o que foi visto em aula, que os estudantes assistam a videoaula, abaixo:
quarta-feira, 18 de março de 2026
5ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (CONCLUSÃO)!
quarta-feira, 11 de março de 2026
4ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO)!
O chamado gráfico malthusiano, inspirado nas ideias de Thomas Malthus (1798), representa a desigualdade entre o aumento da população e a capacidade de produção de alimentos, sugerindo a possibilidade de crises marcadas por escassez e pobreza.
Principais aspectos do gráfico:
- Eixo vertical (Y): indica a quantidade ou volume (seja de habitantes ou de alimentos disponíveis).
- Eixo horizontal (X): corresponde ao tempo, geralmente medido em anos ou décadas.
As duas tendências representadas:
- Crescimento populacional (progressão geométrica – PG): ocorre de maneira acelerada, com caráter exponencial (por exemplo: 1, 2, 4, 8, 16, 32...). No gráfico, essa evolução aparece como uma curva ascendente bastante acentuada.
- Produção de alimentos (progressão aritmética – PA): desenvolve-se de forma gradual e linear (como em: 1, 2, 3, 4, 5, 6...). Visualmente, corresponde a uma linha reta, com inclinação bem mais suave que a da população.
Interpretação geral:
Como o crescimento populacional avança muito mais rapidamente do que a produção de alimentos, o gráfico evidencia um momento em que as duas curvas se encontram e, a partir daí, se distanciam progressivamente. Essa diferença crescente indica um cenário em que a população ultrapassaria a oferta de alimentos, caracterizando o que se convencionou chamar de “armadilha malthusiana”.
quarta-feira, 4 de março de 2026
3ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (INTRODUÇÃO)!
2ª AULA: MIGRAÇÕES!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
1ª AULA: IDEIAS-FORÇA!
O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros:
→ "Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):
"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...
→ "O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):
"Nunca devemos abandonar uma pergunta"
→ "Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).
"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".
Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam à videoaula abaixo:
terça-feira, 1 de julho de 2025
PIRÂMIDES ETÁRIAS: ESTUDO DE CASOS E CONCLUSÃO!
terça-feira, 15 de abril de 2025
8ª AULA: NEOMALTHUSIANISMO E ECOMALTHUSIANISMO!
sexta-feira, 28 de março de 2025
7ª AULA: TEORIA DE MALTHUS (PARTE 2 DE 2)!
terça-feira, 25 de março de 2025
6ª AULA: TEORIA DE MALTHUS (PARTE 1 DE 2)!
terça-feira, 18 de março de 2025
6ª AULA: QUANTOS SERES HUMANOS CABEM NA TERRA?
"Somos como marinheiros condenados a consertar os nossos barcos em alto mar".
terça-feira, 11 de março de 2025
5ª AULA: TEORIAS DEMOGRÁFICAS: INTRODUÇÃO!
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| Clique/ toque na imagem para abrir! |
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| Mahatma Gandhi (1869-1948) |
sexta-feira, 7 de março de 2025
4ª AULA: APRECIAÇÃO DO "CONTEÚDO PROGRAMÁTICO" (INÍCIO)!
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
2ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 2 DE 2) E REDAÇÃO SOBRE O PORQUÊ DE ESTUDAR!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025
1ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 1 DE 2)!
quarta-feira, 11 de setembro de 2024
20ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!
quarta-feira, 4 de setembro de 2024
19ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA: REDAÇÃO!
Elaborar uma redação sobre o Capitalismo. No texto, necessariamente, deverá aparecer elementos, tais como:- o conceito de Capitalismo- o teórico principal do Capitalismo- o "motor" que "move" o Capitalismo- a "Lei da Oferta e Procura" e sua dinâmica- a "Mão Invisível": o que isso quer dizer- e o Capitalismo hoje
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| Aspecto do alunos elaborando suas redações (1/ 2). Aluna Mariana. |
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| Aspecto do alunos elaborando suas redações (2/ 2). Aluna Maria. |
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
CONSELHO DE CLASSE!
quarta-feira, 21 de agosto de 2024
18ª AULA: AS ETAPAS DO CAPITALISMO!
Nesta aula, o professor ministrou aula expositiva dialogada a respeito da presente fase do Capitalismo: fase que, independente do nome a ser consolidado nos manuais e livros didáticos (e.g. Pós-Capitalismo (?)), é extremamente complexa e consegue, por assim dizer, alterar a Lei da Oferta e Procura.
Explicou-se a respeito dos Filtros Bolha e dos Marketings que visam fazer com que as pessoas "consumam o que as transnacionais querem, ao invés de consumir o que elas próprias quereriam, individualmente".
Em seguida, o professor guiou a leitura a respeito das fases anteriores, tais como:
- Capitalismo Comercial
- Capitalismo Industrial
- Capitalismo FInanceiro
- Capitalismo Informacional
Para se defrontar novamente com este conteúdo, e, de certa forma, recompor, acessar, ::: AQUI :::!
quarta-feira, 14 de agosto de 2024
17ª AULA: A LEI DA OFERTA E DA PROCURA E OS FILTROS BOLHA!
quarta-feira, 7 de agosto de 2024
16ª AULA: ORGANIZAÇÃO PARA O 2º TRI E CAPITALISMO (CONTINUAÇÃO): A LEI DA OFERTA E DA PROCURA!
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| Aspecto de como ficou o quadro da aula, com as notas referentes as explicações! |
quarta-feira, 17 de julho de 2024
15ª AULA: O CAPITALISMO!
quarta-feira, 10 de julho de 2024
14ª AULA: O PRECONCEITO PARA COM OS IMIGRANTES!
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| Aspecto do quadro da aula. |
quarta-feira, 26 de junho de 2024
13ª AULA: INÍCIO DA CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!
quarta-feira, 19 de junho de 2024
12ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!
Dia 19 de jun., durante toda a manhã, choveu torrencialmente, em Porto Alegre.
Contudo, em virtude de um calendário pedagógico apertado em razão da maior catástrofe climática do Rio Grande do Sul/ Porto Alegre (maio), uma avaliação sem consulta foi aplicada, mesmo estando presentes, somente nove alunos.
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| Aspecto dos estudantes resolvendo a prova (1 de 3)! |
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| Aspecto dos estudantes resolvendo a prova (2 de 3)! |
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| Aspecto dos estudantes resolvendo a prova (3 de 3)! |
quarta-feira, 12 de junho de 2024
11ª AULA: RETOMADA E ESTUDO PARA A AVALIAÇÃO!
Nesta aula, foi feita uma brevíssima retomada daquilo que se estudou até aqui.
Atenção: pra ir à página 46, escrever "128" no Menu do livro digital.
quarta-feira, 5 de junho de 2024
10ª AULA: RETORNO DO DESASTRE AMBIENTAL!
Após a última aula, dia 30 de abril, começou a chover torrencialmente no Rio Grande do Sul. As primeiras localidades a serem atingidas pelas chuvas foram as da Serra Gaúcha. Porto Alegre, também, quase que de imediato começou a sofrer.
O que, porém, ninguém sabia é que aquele fenômeno viria a se transformar em um dos maiores desastres ambientais do Brasil! Assim sendo, as aulas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica, cessaram desde aquela data, vindo a retornar somente hoje.
Nesta aula, o professor fez uma explicação a respeito dos fenômenos que atingiram o estado, a capital e sobre os fatores internos e externos às cheias.
Em seguida, em uma conversa franca, alunos e professor falaram sobre os impactos disso tudo na vida de cada um.
Feito isso, foi proposta e leitura do texto "Três dias para ler", de Helen Keller (1880-1968). Os alunos deveriam ler o escrito da filosofa estadunidense, e, depois, responder: o que Keller tem a nos dizer hoje? Qual mensagem podemos retirar, desde o seu texto e da sua história, para a nossa vida?
quarta-feira, 24 de abril de 2024
9ª AULA: AULA: GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO: TEORIA MARXISTA!
quarta-feira, 17 de abril de 2024
8ª AULA: MALTHUS E SUA TEORIA: CERTOS OU ERRADOS?
quarta-feira, 10 de abril de 2024
7ª AULA: INÍCIO DA CORREÇÃO DA SONDAGEM!
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| Aluno Eliezer Vargas com o "Ensaio Sobre o Princípio da População" em mãos! |
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| Aspecto do Fac-Símile do frontispício de "Ensaio Sobre o Princípio da População" (1798). |
Como as Sondagens foram recolhidas; são documentos da Escola, até o final do Ano Letivo, abaixo, a avaliação é disponibilizada.
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| Sondagem (parte 1 de 2)! |
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| Sondagem (parte 2 de 2)! |
quarta-feira, 3 de abril de 2024
6ª AULA: GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO: TEORIA MALTHUSIANA!
quarta-feira, 20 de março de 2024
5ª AULA: AVALIAÇÃO SEM CONSULTA (SONDAGEM, EM NÍVEL DE PROVA)!
Nesta aula, os alunos deram as suas respostas a dezoito questões que buscavam avaliar, em nível de Sondagem, os conhecimentos apreendidos ao longo do 8º Ano do Ensino Fundamental.
quarta-feira, 13 de março de 2024
4ª AULA: SONDAGEM (EM NÍVEL DE CONVERSA)!
quarta-feira, 6 de março de 2024
3ª AULA: PUBLICAÇÃO DOS TEXTOS SOBRE AS IDEIAS-FORÇA!
Nesta aula, o professor fez a apreciação das redações, solicitando as correções necessárias. Feito isso, os alunos passaram a publicar suas reflexões nas Jornadas de Aprendizagem.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
2ª AULA: REDAÇÃO SOBRE AS IDEIAS-FORÇA!
Nesta aula, os alunos elaboraram, em seus cadernos, uma redação a respeito da temática das Ideias-Força, explicadas pelo professor na aula do dia 21 de fev..
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024
1ª AULA: REGRAMENTO P/ ALUNOS E IDEIAS-FORÇA!
Nesta aula, com base no "Regramento para alunos" da escola, o professor conversou com os alunos sobre as combinações para o Ano Letivo!
Feito isso, apresentou as Ideias-Força, que são noções e inspirações para a vida estudantil dos alunos, e também para o presente ano de estudo.
Para recompor e ir além, retomar a leitura, de: "retomada das Ideias-Força"!
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
terça-feira, 12 de dezembro de 2023
40ª AULA: ÁFRICA: DEMOGRAFIA!
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 236 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 236 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 236 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 237 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 237 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 238 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 238 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 238 |
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
39ª AULA: AUTOAVALIAÇÃO!
Aula na qual, de posse de seus Chromebooks, os alunos elaboraram a sua Autoavaliação Trimestral.
quinta-feira, 30 de novembro de 2023
38ª AULA: ÁFRICA: COLONIZAÇÃO, DESCOLONIZAÇÃO E CONFLITOS ÉTNICOS, CULTURAIS E MILITARES!
Tutsis x Hutus
Ruanda: Pequeno território, localizado no Planalto Central Africano, com elevadas montanhas vulcânicas e clima tropical de altitude. Faz fronteira com a República do Congo (ex- Zaire). A população é composta por 90% de hutus e 9% de tutsis, com um total de 6,5 milhões em 1998.
Bunrundi: Localizado ao Sul de Ruanda, com uma área de apenas 27.834 km2 , e uma população total de 6,6 milhões de habitantes, composta por 85% de hutus e 14% de tutsis.
O Conflito O conflito entre tutsis e hutus a é mais uma demonstração do efeito retardado da política colonial européia, no continente Africano. Até o início da colonização alemã na região, as etnias tutsi e hutu viviam em relativa harmonia, no território que hoje é ocupado por Ruanda e Burundi.
Os tutsis eram predominantemente pastoreiros e apresentavam maior estatura.Os hutus, de pele mais escura, e menor estrutura, tinham tradição agrícola. A partir da colonização sob o domínio alemão, e posteriormente belga, esses dois povos tiveram sua organização modificada.
Os tutsis foram escolhidos para assumirem cargos da administração estatal, treinamento militar, acesso exclusivo à educação, uma vez que as escolas peiam estatura mínima, visando impedir o ingresso e hutus.
Em 1959, os ressentimentos acumulados pelos hutus, no período colonial, explodem. Nesta primeira rebelião, militares tutsis foram aprisionados e tiveram seus pés cortados a golpes de facão, com o objetivo de diminuir a diferença de estatura (e simbolicamente, diminuir as diferenças sociais).
Em 1962, Ruanda tornou-se independente e a minoria tutsi ficou a mercê dos hutus, sendo obrigado a migrar para Uganda, a fim de organizarem uma nova tomada de poder.
Este conflito se intensificou a partir de abril de 1994, quando os presidentes de Ruanda e Burundi, de etnia hutu, foram mortos em um atentado que derrubou o avião onde viajavam juntos. Foi o estopim pata o genocídio com mais de 1 milhão de mortos e mais de 2 milhões de refugiados.
Em julho de 1998, foi elaborado um acordo de cessar fogo, com o estabelecimento de um governo formado por representantes tutsis e hutus.
(Fonte: Conflitos: tutsis x hutus. UFBA: Geo-on-line, 2000. Disponível em: <https://facom.ufba.br/com112_2000_1/geo_on_line/tutsis_hutus.htm>. Acesso em: 29 de nov. 2023)
quinta-feira, 16 de novembro de 2023
37ª AULA: ÁFRICA: ASPECTOS FISIOGRÁFICOS (DESCRIÇÃO GERAL: POSIÇÃO INTERTROPICAL, EQUATORIAL, DESERTOS E RELEVO)!
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3º AULA DO 3º TRI: DEMOGRAFIA, URBANISMO E ECONOMIA DO CANADÁ E MÉXICO!
Neste encontro, o professor propôs aos estudantes a realização de atividade no livro didático sobre a Geografia do Canadá e do México, retom...
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Aula expositiva dialogada sobre o continente africano. Para recompor o que foi estudado, é interessante ler o material abaixo: VESENTINI, ...
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Nesta aula, de posse dos cadernos , livro didático , os alunos fizeram as devidas correções nas respostas dadas às questões da avaliação sem...
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Dia 19 de jun., durante toda a manhã, choveu torrencialmente, em Porto Alegre. Contudo, em virtude de um calendário pedagógico apertado em...


















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