quarta-feira, 30 de setembro de 2026

3º AULA DO 3º TRI: DEMOGRAFIA, URBANISMO E ECONOMIA DO CANADÁ E MÉXICO!

Neste encontro, o professor propôs aos estudantes a realização de atividade no livro didático sobre a Geografia do Canadá e do México, retomando e aprofundando conteúdos desenvolvidos anteriormente em aula.
A atividade concentrou-se na análise de três dimensões fundamentais para a compreensão dos dois países: população, economia e urbanização. A partir da leitura dos textos, mapas, imagens, gráficos e demais informações apresentadas no livro didático, os estudantes foram orientados a identificar e comparar características da organização socioespacial canadense e mexicana.
No que se refere à população, foram retomados aspectos relacionados à distribuição dos habitantes pelo território, concentração populacional e diferenças socioeconômicas. Em relação à economia, foram observadas as principais atividades produtivas, a utilização dos recursos naturais, a industrialização e a inserção dos dois países na economia norte-americana e mundial. Quanto à urbanização, discutiram-se a concentração populacional nas grandes cidades, a formação de áreas metropolitanas e os diferentes problemas e condições de vida encontrados nos espaços urbanos.
A realização dos exercícios teve como objetivo possibilitar aos estudantes retomar, sistematizar e aplicar os conhecimentos construídos nas aulas expositivas, estabelecendo comparações entre Canadá e México e reconhecendo que, embora ambos façam parte da América do Norte, apresentam importantes diferenças demográficas, econômicas, sociais e urbanas.

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

2ª AULA DO 3º TRI.: CANADÁ E MÉXICO!

N.B.: no encontro de 16 de set., os estudantes assisitiram à preleção de Caio Riter, pelo Programa/ Projeto "Adote um escritor", da SMED, com apoio da "Câmara do Livro". 

Assim, nesta aula de Geografia, a Turma 82 avançou nos estudos sobre a América do Norte, com uma aula expositiva dialogada dedicada ao Canadá e ao México.

No estudo do Canadá, foram trabalhados aspectos de sua localização geográfica, clima, vegetação, fauna, recursos naturais e economia. A partir da pesca do salmão, discutimos também elementos de biogeografia, como o ciclo reprodutivo desses peixes e sua relação com animais como ursos e águias. As grandes formações florestais canadenses permitiram abordar a produção madeireira, moveleira e de papel, além da característica folha de plátano, símbolo do país.

Também foram discutidas as principais cidades, como Ottawa e Toronto, a concentração populacional próxima à fronteira com os Estados Unidos, a importância dos Grandes Lagos e aspectos relacionados à qualidade de vida, segurança pública e organização urbana.

Na segunda parte da aula, estudamos o México, observando sua posição geográfica e sua particular condição: pertencente à América do Norte do ponto de vista geográfico e econômico, mas integrado à América Latina sob os aspectos históricos e culturais.

Foram abordados temas como petróleo, produção de prata, desigualdades regionais, a situação de Chiapas, os fluxos migratórios em direção aos Estados Unidos, a fronteira mexicana e os riscos enfrentados por migrantes, incluindo redes de exploração e tráfico de pessoas.

A Cidade do México serviu de ponto de partida para discussões sobre grandes metrópoles latino-americanas, desigualdade socioespacial, criminalidade, cartéis e crescimento urbano. Como referência cultural, foi mencionado o filme “Chamas da Vingança” (Man on Fire, 2004), cuja narrativa se passa na capital mexicana.

Também trabalhamos aspectos físicos do território, com destaque para a Sierra Madre Oriental e a Sierra Madre Ocidental, relacionando relevo, chuvas orográficas, aridez e características do Planalto Mexicano. Por fim, discutimos o fenômeno da subsidência, associado à intensa retirada de água subterrânea e ao rebaixamento progressivo do terreno em áreas urbanas.

Mais do que conhecer dois países, a aula buscou compreender como natureza, sociedade, economia, urbanização, migrações e geopolítica se articulam na construção do espaço geográfico.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

1ª AULA DO 3º TRI.: ESTADOS UNIDOS: PROJEÇÃO MUNDIAL E ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO ECONÔMICO!

Neste encontro, a Turma 82 deu continuidade aos estudos sobre a América do Norte, com uma aula expositiva dialogada dedicada aos Estados Unidos da América.

Inicialmente, foram discutidas algumas das principais dimensões da presença estadunidense no mundo, com destaque para sua influência econômica, cultural e militar e para o papel desempenhado pelo país na organização geopolítica e econômica contemporânea.

Na sequência, o estudo voltou-se para a organização interna do território dos Estados Unidos, especialmente para os chamados “belts”, grandes áreas caracterizadas pela concentração de determinadas atividades econômicas. Foram analisados tanto os belts urbano-industriais quanto os agropecuários, buscando compreender sua localização e sua relação com fatores históricos, econômicos e territoriais.

A aula procurou, assim, articular duas escalas de análise: de um lado, a projeção internacional dos Estados Unidos; de outro, a forma como seu próprio território se organiza para sustentar uma das maiores economias do mundo.

Dessa maneira, os estudantes puderam compreender que o espaço geográfico estadunidense resulta da combinação entre história, recursos naturais, industrialização, agricultura, urbanização e relações de poder.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.

Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Foi um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada para que os projetos pudessem chegar ao SIC.

Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.

Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.

O que estudamos nesse período?

Nas aulas de Geografia dos 8º anos, iniciamos o estudo da América Anglo-Saxônica, procurando compreender seus principais aspectos naturais e, posteriormente, alguns dos processos históricos fundamentais para a formação territorial dos Estados Unidos da América.

Em aulas expositivas dialogadas, começamos pela Geologia, Geomorfologia e Hidrografia da América do Norte.

Foram estudadas grandes estruturas do relevo, como as Montanhas Rochosas, na porção ocidental do continente, e os Montes Apalaches, no leste, situando-as no contexto da formação geológica do território norte-americano e comparando diferentes estruturas montanhosas do continente americano.

Também localizamos e discutimos a importância de alguns dos principais rios dos Estados Unidos e da América do Norte, entre eles o Mississippi, Missouri, Colorado, Columbia, Ohio e Rio Grande, relacionando-os à ocupação do território, ao abastecimento, à agricultura, aos transportes e à própria formação histórica de determinadas regiões.

O estudo prosseguiu com os climas, formações vegetais e grandes biomas existentes na América do Norte, procurando demonstrar como a enorme extensão territorial e latitudinal produz grande diversidade de paisagens.

A partir da compreensão desse espaço físico, passamos para uma abordagem historiográfica da ocupação e formação territorial dos Estados Unidos.

Foram trabalhadas as Treze Colônias, o processo de colonização britânica e a expansão posterior do território norte-americano, observando que a ocupação europeia não ocorreu sobre um espaço vazio: aquele território já era habitado por numerosos povos autóctones, com diferentes línguas, culturas, territorialidades e formas de organização.

Nesse contexto, discutimos criticamente os processos de conquista territorial, expulsão, confinamento, destruição de modos de vida e morte de populações indígenas ocorridos durante a expansão dos Estados Unidos para o oeste.

Como uma das referências utilizadas em aula, recorremos à obra “Enterrem meu coração na curva do rio”, de Dee Brown, que permite observar esse processo histórico também a partir das experiências dos povos indígenas norte-americanos.

A questão dos bisões recebeu atenção especial. Discutimos a enorme importância que esses animais possuíam para numerosos povos das Grandes Planícies e como a matança em escala gigantesca ocorrida durante a expansão norte-americana representou não apenas uma transformação ambiental, mas também um golpe profundo contra os meios materiais de sobrevivência e as culturas dessas populações.

Foi nesse contexto que refletimos sobre a profunda incompreensão experimentada pelos povos autóctones diante da matança de animais realizada não apenas para alimentação ou subsistência, mas muitas vezes de maneira indiscriminada.

Na sequência, estudamos a chamada Marcha para o Oeste, discutindo a expansão territorial dos Estados Unidos e a ideologia do Destino Manifesto.

Como recurso visual, analisamos a conhecida pintura “American Progress”, de John Gast, de 1872, na qual a figura feminina de Columbia, personificação dos Estados Unidos, avança em direção ao Oeste carregando consigo símbolos daquilo que o século XIX norte-americano entendia como “civilização” e “progresso”. A própria imagem permitiu problematizar aquilo que desaparece ou é empurrado para fora da paisagem à medida que esse “progresso” avança.

Também abordamos a Guerra Civil Americana, especialmente as diferenças existentes entre os estados do Norte e do Sul, a questão da escravidão e os conflitos econômicos, políticos e territoriais que culminaram na guerra entre 1861 e 1865.

Como referência cultural, foi mencionado o romance “E o Vento Levou”, de Margaret Mitchell, e suas representações do Sul escravista e da sociedade sulista durante a Guerra Civil, permitindo também discutir como literatura e cinema constroem determinadas memórias sobre acontecimentos históricos.

Assim, Geografia, História, Literatura e Arte foram mobilizadas conjuntamente para compreender que a formação territorial de um país não ocorre apenas pela definição de fronteiras em um mapa: ela envolve paisagens, recursos naturais, deslocamentos populacionais, conflitos, relações de poder, diferentes projetos de sociedade e diferentes maneiras de atribuir significado ao território.

Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.

Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.

Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.


quarta-feira, 8 de abril de 2026

8ª AULA: DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL: POPULAÇÃO ABSOLUTA E POPULAÇÃO RELATIVA!

Foi realizada uma aula expositiva dialogada, na qual o professor apresentou e discutiu, com os estudantes, a distribuição da população mundial e as áreas de maior densidade demográfica. Para isso, foram utilizados diversos produtos cartográficos digitais, exibidos por meio da “TV itinerante” da escola e do notebook do docente.

Entre os materiais utilizados, destacou-se o mosaico de imagens orbitais noturnas da Terra, conhecido como Earth at Night: Black Marble, produzido pela NASA Earth Observatory. A partir dessa visualização, foi possível problematizar a relação entre densidade populacional e iluminação noturna no planeta.

Como exemplo, analisou-se o caso da Nigéria, país que, embora possua aproximadamente 218,5 milhões de habitantes e densidade demográfica em torno de 266 habitantes por km² (2026), apresenta baixa visibilidade no mosaico global de luzes noturnas. Essa constatação permitiu discutir fatores como desigualdade no acesso à energia elétrica e níveis de urbanização, evidenciando que a luminosidade noturna não corresponde, necessariamente, ao tamanho ou à densidade da população. Vide imagem abaixo:

NASA. Earth at Night/Black Marble: Flat Maps. Washington, DC: NASA Earth Observatory, 2016–2025. Disponível em: https://science.nasa.gov/earth/earth-observatory/earth-at-night/maps/. Acesso em: 8 abr. 2026

Na sequência, foram trabalhados os conceitos de populoso e povoado, fundamentais para a compreensão dos estudos demográficos. Esclareceu-se que:

  • Populoso refere-se à população absoluta de um país. Exemplo: a China, com aproximadamente 1,4 bilhão de habitantes, é um país muito populoso.
  • Povoado diz respeito à população relativa, isto é, à densidade demográfica (habitantes por km²). Exemplo: o Japão apresenta elevada densidade demográfica, sendo considerado um país muito povoado.

Outros exemplos discutidos em aula:

  • Índia: país muito populoso (cerca de 1,47 bilhão de habitantes) e muito povoado (aproximadamente 497 habitantes por km²).
  • Japão: país relativamente menos populoso (cerca de 124,3 milhões de habitantes), porém muito povoado (aproximadamente 340 habitantes por km²).

A atividade contribuiu para o desenvolvimento da leitura crítica de representações cartográficas e para a compreensão das dinâmicas populacionais em escala global.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

7ª AULA: INDICADORES DEMOGRÁFICOS!

O professor desenvolveu uma aula expositiva dialogada com os alunos do 8º ano, abordando o tema Indicadores Demográficos.

Inicialmente, foram apresentados e discutidos os principais conceitos fundamentais para a compreensão da dinâmica populacional. O professor explicou que a taxa de natalidade corresponde ao número de nascimentos em uma determinada população, enquanto a taxa de mortalidade refere-se ao número de óbitos registrados em um dado período, podendo ser analisadas em diferentes escalas, como município, estado ou país.

Na sequência, foi introduzido o conceito de crescimento vegetativo (ou crescimento natural), definido como a diferença entre o número de nascimentos e o número de mortes em uma população. O professor destacou que esse indicador permite compreender se uma população está crescendo, diminuindo ou se mantendo estável.

Também foi trabalhado o conceito de taxa de mortalidade infantil, explicada como o número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade, a cada mil nascidos vivos, ao longo de um ano. Nesse ponto, ressaltou-se a importância desse indicador como um dos principais parâmetros para avaliar as condições de vida, saúde e desenvolvimento de uma sociedade.

Dando continuidade, o professor diferenciou os conceitos de país populoso e país povoado. Explicou que o termo populoso está relacionado à população absoluta, ou seja, ao número total de habitantes de um território. Já o termo povoado refere-se à população relativa, expressa pela densidade demográfica, isto é, o número de habitantes por quilômetro quadrado.

Ao longo da aula, buscou-se estabelecer relações entre os conceitos apresentados e a realidade dos alunos, incentivando a participação por meio de questionamentos e exemplos.

Como forma de sistematização e verificação da aprendizagem, os alunos responderam a um conjunto de questões, que abordaram:

- a análise das taxas de natalidade e mortalidade em diferentes escalas (municipal, estadual e nacional);

- a importância da taxa de mortalidade infantil;

- a definição de crescimento vegetativo;

- e a diferenciação entre países populosos e povoados, com exemplos.

quarta-feira, 25 de março de 2026

6ª AULA: TEORIA DEMOGRÁFICA REFORMISTA/ MARXISTA!

 Aula expositiva dialogada, na qual, o professor explicou a Teoria Demográfica Marxista, Teoria Reformista.

Aconselha-se, para rever o que foi visto em aula, que os estudantes assistam a videoaula, abaixo:


quarta-feira, 18 de março de 2026

5ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (CONCLUSÃO)!

Aula expositiva dialogada, na qual, foram apresentados os cálculos de Malthus, de progressão aritmética e de progressão geométrica, em relação, respectivamente, à produção de alimentos e crescimento populacional de sua época.

Aconselha-se, para integrar os conhecimentos trabalhados em aula, que os estudantes, assistam à vídeoaula, abaixo:


quarta-feira, 11 de março de 2026

4ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO)!

Aula expositiva dialogada, na qual, o professor, através de aula expositiva dialogada, desenvolveu os conceitos relacionados à teoria demográfica de Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Para ir além e integrar as explicações, aconselha-se que o estudante assista a vídeaula, abaixo:


  
Dando sequência, seguiu-se com aula expositiva dialogada, na qual, o professor explicou os cálculos malthusianos de Progressão Artmétiica, para a produções de alimentos, e, de Progressão Geométrica, para o crescimento populacional.

Fonte: Ranking dos Políticos, na Internet (Página do Facebook da instituição). 
Disponível em: <https://www.facebook.com/rankingdospoliticos/posts/pfbid02J9zPMj7LqAb3ykc7SJ6kHsNVWUDPLchJEQTHsa2Y8uAUvwsLrF6sGWCC3s5eteMFl>. Acesso em 11 de mar., 2026.

O chamado gráfico malthusiano, inspirado nas ideias de Thomas Malthus (1798), representa a desigualdade entre o aumento da população e a capacidade de produção de alimentos, sugerindo a possibilidade de crises marcadas por escassez e pobreza.

Principais aspectos do gráfico:

  • Eixo vertical (Y): indica a quantidade ou volume (seja de habitantes ou de alimentos disponíveis).
  • Eixo horizontal (X): corresponde ao tempo, geralmente medido em anos ou décadas.

As duas tendências representadas:

  • Crescimento populacional (progressão geométrica – PG): ocorre de maneira acelerada, com caráter exponencial (por exemplo: 1, 2, 4, 8, 16, 32...). No gráfico, essa evolução aparece como uma curva ascendente bastante acentuada.
  • Produção de alimentos (progressão aritmética – PA): desenvolve-se de forma gradual e linear (como em: 1, 2, 3, 4, 5, 6...). Visualmente, corresponde a uma linha reta, com inclinação bem mais suave que a da população.

Interpretação geral:

Como o crescimento populacional avança muito mais rapidamente do que a produção de alimentos, o gráfico evidencia um momento em que as duas curvas se encontram e, a partir daí, se distanciam progressivamente. Essa diferença crescente indica um cenário em que a população ultrapassaria a oferta de alimentos, caracterizando o que se convencionou chamar de “armadilha malthusiana”.

quarta-feira, 4 de março de 2026

3ª AULA: TEORIA MALTHUSIANA (INTRODUÇÃO)!

Aula expositiva dialogada, na qual, o professor introduziu os conceitos relacionados à teoria demográfica de Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Para ir além e integrar as explicações, aconselha-se que o estudante assista a vídeaula, abaixo:

 

2ª AULA: MIGRAÇÕES!

Aula expositiva dialogada sobre as Migrações. 

Foi visto o conceito de migração, os Fatores que levam as pessoas a migrarem, bem como, os tipos especiais de migrações.

Aconselha-se que os estudantes escutem a audioaula, abaixo:



terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

1ª AULA: IDEIAS-FORÇA!

O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros: 


→ "Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...


→ "O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):

"Nunca devemos abandonar uma pergunta"


→ "Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).

"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".


Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam à videoaula abaixo:

terça-feira, 1 de julho de 2025

PIRÂMIDES ETÁRIAS: ESTUDO DE CASOS E CONCLUSÃO!

Nesta aula, utilizando-se do recurso de um notebook, da Internet e da "TV" móvel da escola, o professor mostrou Pirâmides Etárias de vários países, fazendo, oportunamente, os devidos estudos em relação a elas, chamando a atenção para as bases, das mesmas, bem como, das partes centrais e topos. 

Foram vistas Pirâmides de Idades de países da Ásia, Europa, África; de paises pobres, ricos e emergentes.

O professor solicitou, de novo, que os estudantes, fizessem a seguinte acossiação: (i) entre piâmides de países pobres e a primeira etapa da Transição Demográfica; de (ii) países emergentes, e a segunda etapa da Transição Demográfica; de (iii) países ricos, e a terceira etapa da Transição.

Feito isso, o professor concluiu o assunto estudado.

terça-feira, 15 de abril de 2025

8ª AULA: NEOMALTHUSIANISMO E ECOMALTHUSIANISMO!

Neste encontro, o professor ministrou aula expositiva e dialogada explicando as, por assim dizer, ideologias ou paradigmas que se valem, ainda hoje, das ideias de Malthus (1766-1834), a saber: o neomalthusianismo e os ecomalthusianismo.

Para que os alunos integrem os últimos conhecimentos, sugere-se as videoaulas abaixo:



Durante a aula, para instigar os alunos, o professor comentou acerca da tese, em boa medida ecomalthusiana apregoada pelos cientistas que defendem a existência do Aquecimento Global, e, a respeito disso, sugeriu o documentário intitulado A farsa do Aquecimento Global, que, também, é disponibilizado, abaixo:



sexta-feira, 28 de março de 2025

7ª AULA: TEORIA DE MALTHUS (PARTE 2 DE 2)!

Aula expositiva dialogada sobre os aspectos mais técnicos da teoria de Malthus, a saber:

- Progressão Aritmética da alimentação

- Progressão Geométrica da população

terça-feira, 25 de março de 2025

6ª AULA: TEORIA DE MALTHUS (PARTE 1 DE 2)!

Aula esxpositiva dialogada sobre a teoria demográfica de Thomas Robert Malthus (1766-1834).

Nesta aula o professor explicou a lógica moral por detrás da teoria do pai da demografia, o pastor Malthus, bem como, os porquês de ele defender casamentos mais tardios, bem como, famílias diminutas.

terça-feira, 18 de março de 2025

6ª AULA: QUANTOS SERES HUMANOS CABEM NA TERRA?

Esta aula foi usada pare servir de ligação entre a questão prática "quantos habitantes comporta o planeta Terra?", de fato feita aos estudantes na aula no dia 11 de mar..

Para o momento de start desta aula, o professor utilizou, diferentemente, o pensamento do filósofo da ciência, sociológo e economista e político austríaco, Otto Neurath (1882-1945), a saber:

"Somos como marinheiros condenados a consertar os nossos barcos em alto mar".

De posse deste pensamento foi feita toda uma reflexão para responder quantos habitantes comportaria o planeta Terra.

terça-feira, 11 de março de 2025

5ª AULA: TEORIAS DEMOGRÁFICAS: INTRODUÇÃO!

Nesta aula, um período, para introduzir o assunto das Teorias Demográficas, os professor retomou os elementos de conttituição de um Estado (Povo, Soberania e Território) para, depois disso, perguntar qual dos três elementos seria o mais importante.

Após corrigir os alunos em suas respostas, apontando, junto com Milton Santos (1926-2001), que o elemento mais importante era o humano, o populacional, o professor introduziu as noções de Geografia da População, Demografia, e, para instigar os alunos, questionou: quantos habitantes comportaria o planeta Terra?

De posse das respostas dos estudantes, o professor contou a história a seguir, atribuída a Mahatma Gandhi (1869-1948):

Clique/ toque na imagem para abrir!

Mahatma Gandhi (1869-1948)

sexta-feira, 7 de março de 2025

4ª AULA: APRECIAÇÃO DO "CONTEÚDO PROGRAMÁTICO" (INÍCIO)!

Nesta aula, o professor apresentou o conteúdo programático do Ano Letivo para os alunos. Estes tiveram a oportunidade de expressarem aquilo que gostariam de aprender, e que não estava na lista.

Isso foi feito, desde o Chromebooks, através do site do professor e do Spaces da turma no GMail.

3º AULA DO 3º TRI: DEMOGRAFIA, URBANISMO E ECONOMIA DO CANADÁ E MÉXICO!

Neste encontro, o professor propôs aos estudantes a realização de atividade no livro didático sobre a Geografia do Canadá e do México, retom...